"Há uma linha invisivel que se estende por todos os cantos do mundo, ligando almas a almas, amores a amores, sonhos a sonhos"

domingo, 5 de dezembro de 2010

esta é uma linda história de amor (( REFÉM DA SOLIDÃO))

André Mascarenhas Fridmam parou em frente ao luxuoso hotel para apreciar a vista de Monterrey, México, e virou-ser em direção a seu carro.
Aquela seria uma noite decisiva.Ele havia perdido a noção de quantos lugares visitara desde que entrava para agência que tentava acabar como trafico de drogas na fronteira entreo México e os Estados Unidos.MUitos daqueles caminhos o haviam levado a nada, embora alguns o conduzissem a homens que contrabandiavam drogas da América do Sul.
Dois anos atrás, ele era apenas um fazendeiro no Texas, e agora tornara-se um homem determinado a fazer qualquer coisa para acabar com o tráfico de drogas em seu país.
Se tudo corresse bem nessa noite, ele teria a informação necessária para acabar com um dos maioras líderes do tráfico naquela aréa, a menos que seu informante mudasse de idéia.Sua maior esperança era que o homem não vacilasse.
Dando partida no carro, ficou parado por alguns minutos, esperando que o motor aquecesse.De acordo com as indicações dadas, ele teria de dirigir por algumas horas até chegar à área localizada nas montanhas.
Tirou o chapéue , distraidamente, começou a alizar as mechas dos cabelos castanhos.Isso o fez lebrar-se da irmã, Felícia, que gostava de brincar com seus cabelos, tão parecidos com os delas.Sorriu, nostálgico.Ele a amava muito.
Atento ao barulho do motor, dirigiu seus pensamentos para o trabalho que estava realizandoSabia que era perigoso, sempre soubera disso.Sentiu-se um pouco culpado por nunca ter contado à irmã sobre esse assunto.
olhou para o relógio, constatandoque estava na hora de ir.Ele bem que gostaria que esse contato não fosse daqueles que na ultima hora não apareciam.
Sem perda de tempo, acelerou e seguiu pelas ruas até chegar à auto_estrada que levava para fora da cidade.Outra longa noite havia começado.
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Stella Montenegro sentou-se na cama e olhou à volta de seu aconchegante quarto do chalé no alto das montanhas mexicanas, tentando descobrir o motivo que a tinha feito acordar.Olhando pela janela, notou a escuridão lá fora, onde tudo quieto.
Apreensiva, continuou sentada, ouvindo atentamente.Por fim, concluindo que alguma coisa devia estar errada, levantou-se, vestiu o roupão e foi a janela.
Abrindo por instantes a vidraça, não consegiu ver nada, exceto o orvalho que brilhava sobre a grama, Nada se movia.o unico som que podia ser ouvido era o bater das asas das aves noturnas e dos morcegos.Não havia nenhum barulho estranho. Então , porque ela acordara tão derrepente?
Devido às longas horas de trabalho diário e ao seu ritmo de vida, stella nunca teve dificuldade em pegar  no sono e raramente acordava antes do amanhecer. Pertubada, mas sem saber a razão, ela fechoua janela e caminhou em direção a lareira.Ainda havia resquicios de fogo, e ela adicionou mais lenha.Ficou parada observando o crepitar das chamas e aproveitando para aquecer-se.
O que poderia estar errado?
Não obtinha respostas para sua própria pergunta.Relutantemente saiu da frente da lareira e voltou a deitar-se.
Demorou-se fitando o teto, tentando relaxar e dormir novamente, mas o sono não chegou ae sua mente começou a captar imagens , cenas de violência e destruição.Viu dois carros correndo perto das montanhas.Um rosto de homem apareceu, primeiro na forma de alguns traços indistintos, mas com um pouco de concentração ela começou a vê-lo em detalhes.Seus olhos verdes-acizentados cheio de agitação, estavam fixos nela.
Stella não se lembrava de ter visto aquele rosto antes, mas sabia tbém que jamais o esqueceria.Quem era aquele homem?balançou a cabeça frustada.    Embora a pele  fosse bronzeada, era evidente que não se tratava de um mexicano,mechas castanho-aloiradas caiam-lhe sobre a testa, dando-lhe um enganoso ar infantil, em contraste com a fisionomia severa.
Curiosa Stella tentou captar mais detalhes, em vão.Suspirou, frustada  comsua habilidade para ver o que não queria e sua limitação por não conseguir captar mais , quando queria.
Tinha vivido com essa frustação o bastante para saber que não podia livrar-se das imagens e mensagens que recebia.Pois queria apenas ser uma jovem normal.
Stella era vidente, teria sse refugiado nas montanhas, para fugir de pessoas que tinham preconceitos. Começoua lembrar-se de como tinha lentamente preparado aquele lugar nas montanhas.Não conseguia lembrar-se de quanto tempo vivera ali sozinha antes dese tornar amiga sas pessoas da região.
Uma vez  por mês, levava para a vila verduras que ela mesma cultivava e as trocava por outros tipos de mantimentos. No inicio, as pessoas da vila olhavam estranhamente para aquela jovem de cabelos pretos e olhos cor de mel e se perguntavam: " Por que ela esta vivendo aqui? O que quer?
Como poderia lhes dizer que ela mesma fora pra lá à procura de suas próprias respostas?Saira em busca de sua sanidade, da crença a si mesma, na tentativa de fugir d eum mundo que não era mais feito pra ela.
Stella estava quase durmindo, embalada por esses pensamentos, quando, de repente, uma vez mais, a imagem daquele rosto apareceu em sua mente com uma expressão de horror.
Stella   involuntariamente gritou:
_ Não!
Aquele homem estava a perigo e ela precisava ajuda-lo Mas onde estaria ele? E onde estava o perigo?

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